2005-05-31

Gestão de Riscos nos Estabelecimentos de Saúde


Recomendações para a elaboração e a execução de um programa de gestão de riscos nos estabelecimentos de saúde

As recomendações propostas neste documento, editado pelo Ministère de la Santé, de la Famille et des Personnes Handicapées, Direction de la Hospitalisation et de la Organisation des Soins sous Direction de la Qualité et du Fonctionnement des Etablissements de la Santé, são um excelente instrumento de trabalho para a elaboração de um programa de gestão de riscos nos estabelecimentos de saúde.

Um documento que decerto interessará aos profissionais de Saúde Pública e, por conseguinte, aos TSA.

Conversando...


Para expor dúvidas, comentar projectos e programas, divulgar acontecimentos, publicar estudos, os TSA dispõem desde agora na Internet de três espaços diferentes que se complementam:

Um blogue: saúdeambiental
Um fórum: Fórum de Saúde Ambiental
Um site: “Coisas” de Saúde Ambiental

1. O site

“Coisas” de Saúde Ambiental, é um site (criado e gerido por Susana Daniel, TSA) cuja construção foi orientada para a concretização de um objectivo: a publicação de trabalhos produzidos por TSA.

A partir de agora, os TSA podem publicar os ensaios e os estudos, as monografias, as comunicações e as teses de que são autores. E, assim, contribuírem decisivamente para a promoção dos TSA em diferentes planos, designadamente no plano sócio-profissional - que recentemente foi objecto de múltiplas intervenções no Fórum de Saúde Ambiental.

Esperamos que de facto os TSA colaborem, que cedam os seus trabalhos para publicação e que a Susana Daniel, TSA, continue a ter disponibilidade para os editar.

2. O Blogue

Decidimos criar o blogue de saúdeambiental por duas razões:

- Uma: a construção e a gestão de um site exigiria de nós recursos tecnológicos, materiais e humanos que transcendiam os nossos saberes e a nossa disponibilidade.

- Outra: os TSA não tinham um jornal que, como qualquer outro jornal em suporte de papel, publicasse notícias e artigos de opinião, divulgasse acontecimentos, permitisse a análise dos problemas do quotidiano.

Ainda não esgotámos todas as potencialidades do blogue. Continuamos a aprender, e, brevemente, admitimos estar em condições para inserir ilustrações (desenhos, fotografias) e comunicar por correio electrónico aos leitores interessados as alterações (publicação de textos) que introduzirmos no saúdeambiental.

Assumimo-nos como teessea por razões meramente estratégicas. Basicamente, porque entendemos que um jornal com as características do saúde ambiental não é propriedade de um mas de todos. Sobretudo de todos os TSA.

Por essa razão, continuamos a identificar-nos como teessea. E continuaremos a possibilitar a todos os TSA a publicação de textos sob a identidade que assumimos. Desde que (e esta disposição não deverá ser entendida como um exercício de censura) os textos não sejam de carácter obsceno e/ou ofensivo.

Finalmente, esclarecemos que embora todos (ES, MSP, TSA, leitores em geral) possam colaborar, o blogue tem um gestor. Que, por ser velho e teimoso, persiste em disfarçar a sua identidade.

3. O Fórum

O Fórum de Saúde Ambiental, criado e gerido por Vítor Manteigas, TSA, foi a página precursora. Tem desempenhado uma função notável na promoção do dialogo e do debate entre profissionais de saúde, sobretudo entre TSA. Mas consideramos que o Fórum é um espaço que está subaproveitado pelos TSA e que é muito maltratado por internautas que se servem do Fórum para anunciar serviços estranhos à saúde ambiental.

Em relação ao subaproveitamento, a responsabilidade é dos TSA. Porque muitos abrem a página, clicam numa mensagem, eventualmente em mais duas ou três, e a seguir saem. Isto é, lêem as mensagens mas não as comentam. Uma atitude (que não queremos classificar de indiferença) que nós também registamos no jornal de saúdeambiental.

Quanto à intervenção de intrusos, o Vítor Manteigas é uma vítima. Na qualidade de gestor do Fórum, tem a sua intervenção bastante condicionada e não pode eliminar as mensagens cujo conteúdo se afasta do âmbito da saúde ambiental.

O Fórum de Saúde Ambiental é um espaço que os TSA não devem ignorar. Sobretudo, é um espaço em que devem participar. Activamente.

4. Nota final

Tanto quanto sabemos, os TSA são os únicos profissionais de saúde que têm na Internet um Ponto de Encontro, um Jornal e uma Biblioteca interactivos. Será que estes recursos não são suficientes para acabarmos com a imagem do senhor-das-águas?.

2005-05-30

Conversando...


“Coisas” de Saúde Ambiental

Criado por Susana Daniel, TSA, “Coisas” de Saúde Ambiental é um site que recomendamos. Está, de facto, muito bem organizado.

É o site da Saúde Ambiental!

Parabéns!

2005-05-27

Conversando...

Questões de saúde ambiental

Decidimos criar um espaço para a exposição de problemas, de questões de saúde ambiental.

A todos nós (que trabalhamos num Serviço de Saúde Pública) são-nos expostos problemas que se inserem na área de saúde ambiental. Se uns são rotineiros e de fácil solução, outros, pelo contrário, exigem de nós a consulta de diversos diplomas e até de documentos técnicos que suportem o Parecer (Sanitário) que emitimos, formal ou informalmente.

Por nos parecer que seria interessante criarmos um espaço para a divulgação desses problemas (e da solução adoptada), desde os mais simples aos mais complexos, decidimos promover Questões de saúde ambiental. Acreditamos que é um espaço susceptível de interessar a todos os leitores do saudeambiental, designadamente aos profissionais de saúde pública (MSP, TSA... ).

Os problemas que apresentarmos, recolhidos no nosso quotidiano profissional, já terão a solução (ou a proposta de solução) para ser divulgada. Todavia, decidimos que só será publicada posteriormente (em principio, duas semanas depois) para possibilitarmos a intervenção de quem nos lê. Reconhecemos que é um desafio, mas construtivo: permite-nos partilhar saberes, aprender.

Também nos propomos divulgar no mesmo espaço, questões de saúde ambiental que nos sejam expostas pelos leitores que não sendo profissionais de saúde pública entendam que o saudeambiental é (ou poderá ser) um bom meio para encontrarem a solução que procuram.

ATESU, Asociación de Técnicos de Salud (*)

Reproduzimos integralmente a mensagem que hoje (Sexta-Feira, 27 de Maio de 2005, 0:48) recebemos por e-mail, na sequência do contacto que estabelecemos para promovermos o relacionamento com os nossos colegas espanhóis.

Estimados compañeros:

Gracias por poneros en contacto con nosotros. La unión hace la fuerza y desde Atesu estamos dispuestos en colaborar con vosotros en lo que necesitéis.

Atentamente.

Paco Jiménez
Secretario General de ATESU


......................

(*) Vd. 05/05/03.

Questões de saúde ambiental: a copa do pinheiro


O Sr. A comunicou-nos que o Sr. B, seu vizinho, tem no quintal, muito perto da extrema, um pinheiro cuja copa invade parcialmente o espaço aéreo do seu quintal. Alguns dos ramos pendem sobre a cobertura de um anexo onde cria galinhas e coelhos para consumo doméstico. Além da caruma que se acumula, e que o obriga a limpar o quintal frequentemente, o pólen e as pequenas lagartas que se libertam do pinheiro estão a prejudicar a sua saúde e a do seu agregado familiar.

O Sr. A acrescentou que já falara com o seu vizinho, que se mostrou indiferente, e que expusera a questão à Câmara Municipal. Todavia, porque decorreram alguns meses e o problema não foi solucionado, apesar da intervenção dos fiscais municipais, decidiu vir falar connosco porque – conforme nos informou – “as reacções alérgicas de alguns dos meus familiares são evidentes”.

Perguntamos (*):

- Enquanto TSA (e/ou MSP), como é que podemos intervir para protegermos a saúde do Sr. A
e a do seu agregado familiar?

................

(*) 1. As respostas que nos enviarem deverão ser fundamentadas, não somente em pormenores técnicos mas também em disposições legais.

2. Aparentemente, a decisão que tomámos foi decisiva para a solução do problema.

2005-05-25

Conversando...


Continuamos a evoluir. Desta vez, conseguimos aprender a... e concretizar a inserção de Links susceptíveis de interessar aos leitores do saudeambiental. Obviamente, começámos pelo Fórum de Saúde Ambiental, criado por Vítor Manteigas, TSA.

Coolfoodplanet


Lemos a notícia na última edição do Boletim do Conselho Europeu de Informação sobre a Alimentação, EUFIC (*), distribuído por correio electrónico, e divulgamo-la aqui no saudeambiental por nos parecer que o objecto da notícia é um excelente instrumento pedagógico para as actividades de educação e promoção da saúde desenvolvidas no âmbito da educação alimentar.

Coolfoodplanet (**) é uma página de promoção de hábitos alimentares e estilos de vida saudáveis para as crianças e os adolescentes em diferentes idiomas (Espanhol, Inglês, Francês, Alemão e Italiano).

Como tanto os conhecimentos como os afectos e os gostos são muito diferentes entre as crianças e os adolescentes, criaram-se duas secções: Kidz, para crianças dos 7 aos 11 anos, e Adoz para adolescentes dos 12 aos 17.

Coolfoodplanet Kidz foi avaliado em várias escolas e foi considerado um instrumento educativo eficaz, comparável aos tradicionais.

Quem quiser utilizar o material Coolfoodplanet em actividades de promoção da alimentação saudável, pode fazê-lo directamente através da Internet ou solicitar o envio dos respectivos CD Roms.

...................

(*)
http://www.eufic.org/

2005-05-20

Salud y Medio Ambiente – um Boletim electrónico

Elaborado pela Fundação Ecologia e Meio Ambiente em colaboração com a Direcção Geral de Saúde Pública do Governo de Aragão, o boletim electrónico “Salud y Medio Ambiente” publica informações sobre as actividades desenvolvidas pela comissão permanente de Saúde e Meio Ambiente, criada pelo departamento de Saúde e Consumo do Governo de Aragão e a Fundação Ecologia e Desenvolvimento, e trata de diversos temas e iniciativas associados às repercussões dos factores ambientais na saúde humana.

Dirigido a um público multidisciplinar formado por profissionais do sector sanitário e técnicos do ambiente, assim como por entidades das áreas de protecção do ambiente, defesa do consumidor, etc., o boletim electrónico trata em cada número de um tema em profundidade, no qual se analisam os principais contaminantes e/ou problemas ambientais e como estes influenciam a saúde humana.

Também inclui uma selecção de notícias, ligações a páginas Web e documentos relevantes relacionados com o tema tratado em cada número e com outros temas de actualidade sobre saúde ambiental.

Podem consultar o Boletim Nº. 2, de Maio, clicando em
Ver último boletín SALUD Y MEDIO AMBIENTE] .

E/ou subscrevê-lo, escrevendo para: boletinsma@ecodes.org .

2005-05-19

Transporte de mercadorias perigosas – Normas e Equipamentos de Segurança

Por Paulo Martins, TSA

O transporte de mercadorias perigosas é regulamentado, a nível internacional, pelo Acordo Europeu Relativo ao Transporte de Mercadorias Perigosas por Estrada (ADR). Este acordo foi assinado por quase todos os países da Europa e Marrocos. Todos os países que assinaram o ADR comprometeram-se a transpor para o direito interno as normas de segurança relativas ao transporte de mercadorias perigosas por estrada.

Em Portugal, a última versão do ADR foi publicado pelo Decreto-Lei Nº. 267 - A/2003, de 27 de Outubro (Regulamento Nacional do Transporte de Mercadorias Perigosas por Estrada - RPE).

O ADR indica todos os equipamentos obrigatórios que devem estar presentes nos veículos de transporte de mercadorias perigosas.

Entre eles, encontram-se: dois sinais de aviso portáteis (2 cones, 2 triângulos, 2 sinais intermitentes independentes da instalação eléctrica do veículo), um colete ou um fato retroreflector para cada membro da tripulação do veículo, uma lanterna de bolso para cada membro da tripulação, extintores de incêndio (o número e o peso dos extintores varia com a tara do veículo), um calço com as dimensões necessárias para as rodas dos veículos e todos os outros equipamentos que constam da Ficha de Segurança da matéria transportada.

A Ficha de Segurança da matéria perigosa transportada é obrigatória para todos os transportes de mercadorias perigosas (salvo se o transporte estiver ao abrigo de alguma isenção ao ADR) e é na ficha de segurança que se encontram os equipamentos de protecção individual e de socorro que devem existir no veículo (por exemplo, para o transporte de gás propano ou butano a ficha de segurança indica que deverá existir uma garrafa de água limpa para utilizar, caso o gás entre em contacto com os olhos ou em caso de queimadura fria ou quente; no caso do transporte de cloro, indica que deverá existir uma máscara de protecção dotada de filtros adequados, etc.).

Assim, dever-se-á ter em conta que cada matéria perigosa transportada implica cuidados diferentes, e, por isso, é necessário consultar primeiro a Ficha de Segurança (o seu fornecimento é obrigatório pelo expedidor da matéria perigosas) para se verificar qual é o material de primeiros socorros a colocar no veículo.

Para mais informações consultem o site: www.dgtt.pt.

2005-05-18

Caixa de Primeiros Socorros num veículo de transporte de mercadorias perigosas

De um dos Fóruns de Segurança Higiene e Saúde no Trabalho em que participamos, recebemos por e-mail a seguinte questão – à qual, sinceramente, não sabemos responder:

"HOLA, ALGUIEN PUEDE INFORMARME SOBRE EL CONTENIDO DE UN BOTIQUIN EN UN CAMION DE REPARTO DE MERCANCIAS PELIGROSAS. OS LO AGRADEZCO DE ANTEMANO. UN SALUDO".

Agradecemos a quem souber responder que nos informe (sobre o conteúdo de uma caixa de primeiros socorros para um veículo de transporte de mercadorias perigosas).

Obrigado.

Conversando...


Motor de busca

No universo do blogue, nós somos aprendizes. Todavia, à medida que vamos dominando a tecnologia, nós inovamos.

Agora, o que decerto ilustra a nossa evolução no domínio da literacia tecnológica, instalámos no saudeambiental o motor de busca google. Para facilitar a pesquisa (de temas) que eventualmente os textos que publicamos induza nos leitores.


Uma dica para publicar

De facto, não é fácil (e é, se nos mantivermos permanentemente em on-line, dispendioso) redigir um comentário ou uma mensagem para publicação. Para obviar esta dificuldade, nós sugerimos 5 passos para a publicação de um texto:

1. Em qualquer momento, processem o texto em Word.

2. Depois de relerem o que escreveram, se não precisarem de introduzir quaisquer alterações, abram o saudeambiental.

3. Cliquem em comments e abram a janela para a publicação.

4. Recolham o texto no Word (copiar).

5. Insiram o texto na janela do comments (colar) e o texto será publicado. E decerto que lido, posteriormente.


Para o Moisés, TSA

No Fórum de Saúde Ambiental, Moisés, TSA, pergunta a Vítor Manteigas, TSA, se “teessea, é nome de gente?” e acrescenta: - “Como querem opiniões, se as quiserem receber, se não se sabe com quem estamas (sic) a “falar”? “.

No Fórum, nós já respondemos ao seu comentário. Esclarecemos que a identidade de teessea é uma opção meramente estratégica.

Aqui, no saudeambiental, renovamos o convite ao colega TSA (do CS de Coruche, na lezíria ribatejana) para colaborar connosco. Em nome próprio ou como teessea. Porque, conforme lhe comunicámos, nós “somos teessea”.

2005-05-17

Encontro Nacional de TSA - Organização


Fomos ao Fórum de Saúde Ambiental, aonde vamos quase diariamente (se a máquina não falhar) e o que lemos parece-nos, recorrendo a uma figura de retórica bastante vulgarizada, “chover no molhado”.

1. A nossa colaboração

A proposta inicial, apresentada por Paulo Martins, TSA, é interessante. No entanto, como lhe observámos, não acreditamos que seja viável a realização de um Encontro no qual a participação (designadamente dos TSA e dos alunos de EA) seja gratuita. Mas prometemos a nossa colaboração.

2. Comissão Organizadora

A realização de um Encontro envolve aspectos logísticos que não se compadecem com a boa vontade, apesar da legitimidade das causas e dos objectivos.

Será absolutamente necessário que se constitua uma comissão organizadora cujos elementos deverão revelar disponibilidade (inclusivamente material, com despesas que não serão ressarcidas) para se reunirem periodicamente, elaborarem o programa, estabelecerem contactos com as entidades que deverão estar representadas, seleccionarem um local para a realização do Encontro, obterem patrocínios que contribuam para a minimização dos custos, constituírem um grupo de trabalho que assegure o secretariado...

3. Almoço/jantar de trabalho

Para a preparação do Encontro, alguns TSA propuseram a realização de “almoços/jantares de trabalho”, iniciativa que o próprio Paulo Martins, TSA, contestou, observando que “Primeiro comemos (uma vez que ninguém se ouve e ninguém vai dizer nada sem primeiro comer) e depois falamos. Porque é que não passamos logo para a parte de falar? Não vejo, sinceramente, razão para um almoço/jantar”.

Nós somos apologistas dos almoços de trabalho. Frequentemente, é à mesa que encontramos a solução para alguns dos problemas de saúde ambiental que nos são expostos. No entanto, a experiência dita-nos que mais de quatro pessoas em volta de uma mesa depressa transformam a refeição num bom pretexto para cada uma debitar as suas competências no domínio da gastronomia. Um bom instante de convívio; de trabalho, porém, nada.

4. Encontro virtual

Nós reconhecemos que previamente à realização do Encontro de se devem definir, concretamente, os objectivos. E deve-se também saber, sobre as matérias que Paulo Martins sugeriu (ou sobre outras, que entretanto forem propostas), o que pensam e o que se propõem dizer os TSA (e os alunos de EA).

Para tanto, não será necessário esvaziarmos os bolsos para suportarmos as despesas associadas às deslocações e aos almoços ou jantares de trabalho.

A Internet possibilita-nos a realização dessas reuniões preparatórias praticamente sem custos. Basta que cada um de nós, profissional de saúde ambiental, seleccione um tema e o desenvolva. E o divulgue, mesmo em síntese, aqui no saudeambiental. Ou no Fórum de Saúde Ambiental.

5. Participação/intervenção

Aqui, no jornal de saudeambiental, os TSA interessados em participar activamente na organização do Encontro poderão enviar-nos para publicação o Resumo das comunicações sob a forma de um comentário (vd.Como publicar um comentário”, para quem não souber lidar com o “comments”) ou por e-mail.

A publicação dos Resumos será um elemento significativo para todos nós avaliarmos a participação efectiva, isto é, activa dos TSA no Encontro.

Saúde Ambiental no Portal de Saúde Pública

Voltámos ao Portal de Saúde Pública e verificámos que já inclui a área de Saúde Ambiental.

Mas não percebemos porque razão na faixa que desliza da direita para a esquerda se lê: - “Se não for Médico de Saúde Pública, Enfermeiro de Saúde Comunitária ou Técnico de Saúde Ambiental, este portal pode ter interesse para si. (...) ”.

Sempre admitimos que o Portal interessasse, sobretudo, aos profissionais de Saúde Pública. Mas trata-se de uma opção que, obviamente, nós respeitamos.

......

Nota: Aparentemente, ainda não houve um TSA que se disponibilizasse para ler, analisar e propor alterações que melhorassem os conjuntos de normas de instalação e de funcionamento dos estabelecimentos que são divulgados pelo Portal de Saúde Pública. Perguntamos: será que todos concordam com aqueles textos?

Ao telefone


O telefone tocou. A TSA atendeu e disse, naturalmente:

- Bom dia!

Do outro lado, outra voz feminina correspondeu à saudação e acrescentou:

- A Maria do Carmo ainda não me enviou os mapas de ...

A TSA interveio para esclarecer:

- A Mariana sabe que eu ...

- A Mariana, não! .... – interromperam do outro lado; e, alteando a voz: - Sra. Eng. Mariana!...

TSA: - ‘tá bem! Se prefere assim, trate-me por Sra. Dra. Maria do Carmo...

Do outro lado, desligaram.

...............

Obs.:

1. Adaptação livre de uma conversa telefónica (que de facto aconteceu) entre uma TSA licenciada em Saúde Ambiental, com um curso de pós-graduação, e uma ES.

2. Obviamente, para protegermos as protagonistas, os nomes e a profissão (da ES) que indicamos são fictícios.

O Senhor das Águas

(*)

Há uns anos, estava eu acidentalmente na secretaria do Centro de Saúde a fotocopiar um documento quando ouvi uma utente, ao balcão, perguntar: - “Quem é aquele senhor?... É médico?” – e a funcionar administrativa que a atendeu responder com naturalidade: - “Não, é o senhor-das-águas!”.

......
(*) Esta pequena estória foi-nos enviada por um TSA que nos solicitou que ocultássemos a sua identidade. Acompanhada por uma breve Nota, que transcrevemos: - “ De início, eu senti-me menorizado em relação às funções que desempenho enquanto TSA. Todavia, mais tarde, reagi com bonomia: - “Agora, só me resta esperar pela conclusão do processo de beatificação... Senhor das Águas!”.

2005-05-16

Norma ISO 9001:2000


Para se obter a certificação de um sistema de gestão de qualidade, é necessário observar-se a Norma ISO 9001: 2000. Na página que divulgamos, acedemos directamente a um resumo geral e a um esquema de aplicação da norma (em castelhano). A página permite outras interligações, para melhor se conhecer aquele documento e obter a versão integral, em francês ou inglês.

2005-05-13

Conversando...


“À conversa com...”

Os profissionais de saúde ambiental são agentes promotores da saúde. Nas suas intervenções, exercem uma função pedagógica, senão mesmo didáctica, que requer algum domínio das técnicas de comunicação. Para que a mensagem seja perceptível e efectiva, isto é, que seja apreendida, é indispensável que para além do que se transmite se saiba como transmitir.

O ciclo de conversas - “À conversa com...” –, promovido pelos alunos finalistas de Relações Públicas do Curso Superior de Comunicação Empresarial do ISLA (Instituto Superior de Línguas e Administração) de Santarém, é uma oportunidade para se reflectir (reflectirmos) sobre metodologias de comunicação.

Admitimos que o anúncio que divulgamos interessará sobretudo aos profissionais de saúde pública da área de Santarém. Mas...

Para mais informações, cliquem em
www.islasantarem.pt/ .

Encontro nacional de TSA

Propomos a leitura do texto que Paulo Martins, TSA, nos enviou. Trata-se de uma proposta que é simultaneamente um desafio à capacidade de mobilização dos TSA.

Reconhecemos que não será fácil organizar um encontro com as características que propõe. Os custos são elevados e a gratuitidade que preconiza será muito difícil de concretizar.

Leiam e participem. Manifestando adesão à iniciativa, a vontade de colaborar. Ou contestando.


Mas participem!

Técnicas de Prevención de Riesgos Laborales

Estivemos em Espanha, e, numa das livrarias que frequentamos, encontrámos uma publicação que nos despertou a curiosidade. Depois de uma consulta atenta, de algum modo demorada, decidimos adquiri-la. E divulgá-la, aqui. Porque é um excelente instrumento de trabalho.

Trata-se de “Técnicas de Prevención de Riesgos Laborales - Seguridad e Higiene del Trabajo”, de José María Díaz (*), um volume publicado pela Editorial Tébar, SL (**), de Madrid, que inclui um CD-ROM com a “Ley de Prevención de Riesgos Laborales” e os diplomas que regulamentam a sua aplicação.

Nas 830 páginas que compõem a 6ª. Edição (actualizada, Setembro de 2003), o autor desenvolve 40 temas distribuídos por 9 capítulos, junta uma dezena de Anexos particularmente importantes (***) para quem trabalha em SHST e, na Bibliografia, uma lista de endereços na Internet relacionados com a Prevenção.

Como escreve Antonio Márquez Moreno (****) na introdução, “este texto (...) deberá facilitar el conocimiento en estes temas de los alumnos universitarios, profesionales ligados al mundo de la prevención y en general, de todos los agentes relacionados de alguna forma con esta parcela de las relaciones laborales”.

....................

(*) Engenheiro Técnico Industrial, Técnico de Prevenção do INSHT, Instituto Nacional de Seguridad e Higiene del Trabajo.

(**)
www.editorialtebar.com

(***) Entre outros,

- Relación de Directivas sobre Seguridad y Salud en el Trabajo.
- Clasificación de equipos de protección individuales por categorías
- Cuestionario de Evaluación del Cumplimiento de la LPRL (Ley de Prevención de Riesgos Laborales).

(****) Director General do Trabajo y Seguridad Social de la Junta de Andalucía.

Código Civil on line


Para emitirmos Parecer Sanitário sobre um problema de insalubridade ambiental, similar de um outro que nos fora exposto há cerca de três anos, nós precisávamos de consultar o Código Civil.

Procurámos na estante onde arrumamos os livros técnicos (pessoais), mas o sítio estava vazio. Para não perdermos tempo, optámos por proceder a uma pesquisa recorrendo ao motor de busca que privilegiamos – o Google.

Depois de alguns minutos, encontrámos o texto integral do Código Civil. Recolhemos a informação que pretendíamos e concluímos a elaboração do Parecer Sanitário.

Por considerarmos que o Código Civil é um documento que deve estar disponível para consulta pelos profissionais de saúde ambiental, decidimos divulgar o respectivo endereço. Cliquem em:
http://lexius.no.sapo.pt/page27.html e guardem no arquivo da legislação.

Encontro Nacional de TSA?

Por Paulo Martins, TSA

A vida é feita de escolhas. Pequenas, grandes, todas elas têm uma coisa em comum: normalmente só sabemos se a escolha foi a mais correcta quando já é tarde demais!

Eu estou farto que outros façam escolhas por mim! ... E os colegas?
Se é assim, vamos todos unir-nos, formar uma classe forte, segura e profissional!

A ideia é a seguinte: realização de um grande encontro nacional de TSA com um único ponto na agenda - O estado da profissão de TSA.

Seria este o único tema em discussão.

É claro que teria de ser um encontro realizado com o envolvimento do maior número de TSA possível e para isso é necessário que, pelo menos, alguns TSA de cada Sub-região do país se envolvam e contactem os TSA dessa área.

Seria um encontro direccionado para TSA e estudantes de SA e, por isso, seria de graça para esses profissionais.

Poderíamos convidar juristas (para esclarecimento das áreas de intervenção dos TSA, questões como a autonomia dos TSA, etc.), elementos ligados à DGS (para que tomem conhecimento da existência dos TSA e quais as suas áreas de intervenção e para que saibam que nós existimos e estamos dispostos a lutar pelo reconhecimento da nossa profissão), colegas que colocassem problemas e dissessem como os resolveram, e, porque não?, médicos de saúde pública (MSP) que nos apresentassem a sua visão da profissão de TSA.

Depois das discussões dos temas, seria importante que fossem elaborados documentos nacionais, linhas orientadoras para a redefinição da carreira e da profissão.

O que acham? Peguem nesta proposta, se a acharem interessante, e troquem umas palavras uns com os outros!