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2010-03-31

O ambiente dos locais de trabalho


¿Mi oficina está enferma?” (em tradução livre, “O meu local de trabalho está doente?”) é o título de um guia (com menos de uma dezena de páginas) que nos dá “a conhecer os principais problemas e algumas propostas para evitar os efeitos negativos que decorrem de passarmos grande parte do nosso tempo em espaços fechados, seja em casa ou no local de trabalho(*).

Editado pelo Departamento de Salud y Consumo do Governo de Aragão (Espanha) em parceria com a Fundación Ecología y Desarrollo, no Guia, depois de se contextualizar a problemática do síndroma do edifício doente, são tratadas (em linguagem acessível ao público em geral) as diversas questões seleccionadas - contaminação ambiental, cheiros, campos electromagnéticos, Iluminação deficiente, ruído, sistemas de aquecimento e ar condicionado, humidade relativa, ventilação, factores psicosociais –, e assinaladas algumas entidades que poderão facultar informações complementares a quem quiser “saber mais”. Designadamente aos TSA.

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(*) in Boletim Electrónico (Nº. 40) de Março, de Salud y Medio Ambiente

2010-02-16

Museu do Papel


Pelo telefone e por correio electrónico, eu vou tendo conhecimento (de algumas) das propostas de trabalho que são apresentadas aos colegas (TSA) que exercem a profissão nos Centros de Saúde. Propostas que (aparentemente) são desafios para que a par das actividades de rotina se desenvolvam acções que - no âmbito da Saúde Ambiental - contribuam para a protecção e a promoção da saúde das pessoas e das populações. Sem excepção, os colegas referem-se a projectos de acção e de investigação.

Dos que conheço, nas circunstâncias que menciono, nem um envolve (especificamente) a Educação para a Saúde… Ambiental. Uma acção que é protagonizada por outros agentes, nomeadamente Escolas e Autarquias.

A Cãmara Municipal de Santa Maria da Feira, por exemplo, através da Divisão de Acção Cultural e Turismo, criou e gere o único museu monográfico dedicado (em Portugal) à História do Papel. Um Museu que possibilita aos visitantes o contacto com os artefactos e a maquinaria utilizados na manufactura do papel desde o Século XVIII, e, na Loja, a aquisição de “produtos artesanais criados e produzidos no museu” que “são orientados para estimular o gosto (…) pela reciclagem, aplicação de papéis reciclados e reutilização de outros que tantas vezes parecem dispensáveis”.

Talvez a visita aos museus (a este e a outros que divulgaremos) seja um bom projecto…

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Ilustração: Fotografia recolhida em
Museu do Papel Terras de Santa Maria

2009-10-15

Água e Termalismo: IV Encontro Internacional sobre Água e Termalismo


Iniciou-se, hoje (09/10/15), em Ourense, no âmbito da Termatalia, “la única Feria Internacional del Turismo Termal de la Península Ibérica”, o IV Encontro Internacional sobre Água e Termalismo. Hoje, o dia foi dedicado à “Jornada Técnica sobre Hidrologia Médica”; amanhã realizar-se-á uma “Jornada sobre Turismo, Innovación Y Sostenibilidad” e no sábado o “Encuentro de Ciudades Termales”.

Por culpa minha, mas talvez justificável, não divulguei em tempo útil a realização da Termatalia. Faço-o agora, porque dos leitores do JSA interessados nesta matéria uns poderão eventualmente obter as comunicações apresentadas e outros ainda deslocarem-se à cidade de Ourense, a capital termal da Galiza, para poderem visitar a Feira e, em qualquer data, percorrerem as “Rutas” propostas pela entidade organizadora.

Eu, que visito Ourense regularmente, já estive na Expourense e conheço algumas das rotas propostas – designadamente alguns dos estabelecimentos termais, num deles já orientei cursos de formação - recomendo a atenção para os temas propostos para análise e discussão e sobretudo a frequência das Termas.

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Ilustração: Fotografia recolhida em Termatalia, Feria Internacional del Turismo Termal

2009-10-12

Fruta Escolar


Lemos a Portaria Nº 1242, de 12 de Outubro, hoje publicada no Diário da República, que “Aprova o Regulamento do Regime de Fruta Escolar – RFE”, uma portaria que “em complementaridade com a Estratégia Nacional do Regime da Fruta Escolar” se propõe “contribuir para a promoção de hábitos de consumo de alimentos benéficos para a saúde das populações mais jovens e para a redução dos custos sociais e económicos associados a regimes alimentares menos saudáveis”.

Por pudor, decidimos não expor os comentários que nos mereceu. Todavia, depois de confessarmos que a leitura foi um exercício indigesto, não nos inibimos de perguntar: - Será que a Fruta Escolar é uma nova variedade de produtos frutíferos?...

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Ilustração: Fotografia recolhida em Rede de Bufetes Escolares

2009-07-21

“Mais Saúde” – um canal de televisão


Mais Saúde” é um canal de televisão (sistema IP-TV), do Alto Comissariado da Saúde, que será oficialmente inaugurado na próxima sexta-feira (09/07/24) por Maria do Céu Machado, Alta Comissária da Saúde, no Hospital de Faro.

Tem como objectivo “informar o cidadão, contribuindo para a sua responsabilização e para a tomada de decisões informadas, dando cumprimento ao Plano Nacional de Saúde nas vertentes da promoção da saúde e prevenção da doença”.

Já “disponível nas salas de espera das unidades de saúde do Algarve”, o canal “Mais Saúde” será futuramente implementado nas restantes regiões do país.

2009-07-20

Higiene pessoal: Salve vidas, lave as suas mãos


Durante alguns anos, na qualidade de Formador, eu orientei por todo o país dezenas de cursos sobre Higiene em diversas áreas, designadamente numa que eu entendo como específica mas que tarda a ser assim reconhecida, apesar da multiplicidade de riscos que envolve: Higiene Termal.

Em todos os cursos, no espaço de Higiene Pessoal, eu insistia num ponto: o reconhecimento das mãos como o principal veículo para a transmissão de agentes patogénicos. Com a colaboração participativa dos formandos, trabalhadores das unidades industriais ou prestadoras de serviços, revíamos os nossos gestos quotidianos e assinalávamos aqueles que seriam susceptíveis de nos expor (ou de expormos os outros) à acção de agentes causadores de doenças. Em casa, na rua, nos locais que frequentávamos e no local de trabalho. Depois, ainda em conjunto, discutíamos estratégias para progressivamente alterarmos os nossos comportamentos e definíamos procedimentos mais correctos para integrarmos nas nas nossas rotinas e protegermos e promovermos a saúde. De cada um e de todos.

Desde então, passaram-se alguns anos. Durante os quais, por todo o mundo, todos os governos implementaram programas de Higiene Pessoal e desenvolveram campanhas de Higiene das Mãos, destinadas à população em geral mas também aos profissionais de saúde. Em Portugal, ainda recentemente, Correia de Campos, ex-Ministro da Saúde, dizia que os médicos deviam lavar as mãos. E quem dizia médicos dizia também os outros profissionais de saúde…

Foi preciso aparecer um vírus - Vírus Influenza A(H1N1) -, que se transmite (sobretudo) por via aérea e se propaga facilmente, para toda a gente começar a adoptar um procedimento que devia ser um hábito regular, rotineiro: lavar as mãos com frequência, particularmente depois de tocar superfícies eventualmente contaminadas. Corrijo: foi preciso que os jornais, a rádio e a televisão começassem a divulgar o número de vítimas - casos de morbilidade (de doença) e de mortalidade - provocados pela Gripe Porcina (*), com orígem no México, para que as pessoas admitissem que são vulneráveis e se apressasem a atender às informações transmitidas pelas Autoridades de Saúde.

Apesar de, em Maio, a OMS, Organização Mundial da Saúde, ter promovido uma campanha (extensível à população em geral) que aparentemente passou despercebida ou foi menosprezada em Portugal: “SAVE LIVES: Clean Your Hands” – ou, em francês, “Mains Propres : Vies Sauvées”.

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(*) Depois, por razões meramente políticas, denominada Gripe A(H1N1).

2009-07-08

Brasil: Controlo do vírus da Gripe A(H1N1)


Os cidadãos brasileiros constituem a maior comunidade imigrante em Portugal. Muitos desses cidadãos regularmente deslocam-se à terra natal e/ou recebem familiares e amigos de visita.

Também ao longo de todo o ano são muitos, muitos milhares, os cidadãos portugueses que voam para o Brasil – sobretudo de férias.

Brasileiros e portugueses estão informados sobre as medidas básicas que devem adoptar para se protegerem e evitarem a transmissão do vírus A(H1N1). Todavia, como complemento das fontes de informação que já disponibilizámos – no espaço de Arquivo temático clique em Gripe A(H1N1) -, decidimos divulgar o site criado pelo Ministério da Saúde do Brasil: Influenza A(H1N1) - e sugerir a consulta do material de “apoio ao controle da epidemia” que o ministério produziu: clique em “Peças publicitárias” e acesse…

2009-07-02

“Gripe A(H1N1) – Como se pode proteger a si e aos outros”


Um dos meus filhos regressou há poucos dias de Ocho Rios, na Jamaica, onde esteve de férias. Por curiosidade, também conversámos sobre a informação que lhe teria sido facultada sobre o virús da Gripe A(H1N1): 2 folhas A4, distribuidas pela Agência de Viagens: uma (que reproduzirei, noutro post) relativa à lavagem das mãos; outra, aquela que ilustra este post, sobre a “Gripe A(H1N1) – Como se pode proteger a si e aos outros”.

… Resta-me propor aos leitores do JSA que conjuguem activamente (no presente do indicativo) o verbo proteger: - Eu protejo, tu …

2009-06-30

Pancho Guedes - fotógrafo, pela saúde da mãe moçambicana



O autor do arranjo gráfico e das fotografias de “Bebé Mamã” é uma figura relevante no mundo arte, sobretudo no domínio da arquitectura – que alguém disse ser “arte com gente dentro”. Em Moçambique, primeiro, e depois por aí, A. d’Alpoim Guedes é o ”Pancho” Guedes, cuja obra é objecto de uma exposição no Museu Berardo, em Lisboa, aberta ao público até 09/08/16.

Na exposição – “Pancho Guedes, Vitruvius Mozambicanus” -, que eu ainda não vi, provavelmente não estarão disponíveis os originais das fotografias que ilustram o livro de Deolinda Martins. Também por essa razão, decidi seleccionar e reproduzir duas dessas fotografias.

Uma ilustra o capítulo “O Desmame”, no qual Deolinda Martins ensina que a mãe “Deve continuar a dar leite ao seu filho, mas, a partir do 7º mês, é preciso fazer-lhe comer mais alguma coisa, porque, se lhe der só leite, o seu filho não virá a ser um homem forte (…)”. A outra mostra-nos “O Banho” para que a mãe saiba que “Deve lavar o seu filho todos os dias. Aqueça a água mas não muito; aqueça de modo que possa pôr o seu braço na água sem se queimar(…)”.

A outra razão para a reprodução das fotografias é sobretudo pessoal: enquanto profissional de saúde, congratulo-me com o empenho de A. d’Alpoim Guedes - o filho de Pancho Guedes - numa acção de Educação e Promoção da Saúde numa pátria que partilhámos: Moçambique.

2009-06-29

Educação para Saúde, em Moçambique – antes da Independência


Bebé Mamã” é o título de um pequeno livro (de 43 páginas, que reencontrei ao arrumar uma das estantes do meu escritório) editado pelo Serviço Extra-Escolar da Província de MoçambiquePara a Melhoria Educativa e Social das Populações Moçambicanas”. Não tem data de edição mas trata-se de um “Trabalho executado nas oficinas gráficas da Empresa Moderna, Lda.”, sediada em Lourenço Marques. O texto é de Deolinda Martins e as fotografias e arranjo gráfico são de A. d’Alpoim Guedes.

No livro, a autora propõe-se “ensinar” a mulher e mãe moçambicana a “tomar conta” do bebé – desde a alimentação à vacinação – para que o filho possa “vir a ser uma pessoa saudável e feliz”. Escreve Deolinda Martins, no final da Introdução: - “Deus queira que ele (o livro) a ajude a ser uma mãe boa e sabedora, ensinando-lhe e explicando-lhe coisas e dando-lhe coragem para as fazer”.

Adoptando os conceitos actuais, o livro seria classificado como material de Educação para Saúde – no âmbito, talvez, da Saúde Materna. Entre os “ensinamentos”, há informações necessariamente de higiene pessoal mas também de higiene ambiental aplicável em casa – por pudor, decerto, a autora não escreveu “palhota” - e na área envolvente.

Em relação à habitação, Deolinda Martins pergunta: - “Sabe por que se devem limpar muitas vezes as nossas casas?” – E responde: - “Porque o sujo é a causa de muitas doenças”, pelo que propõe: - “Limpe a sua casa todos os dias: deite um pouco de água no chão e varra-o depois; lave muitas vezes tudo que há em casa: mesa, camas, cadeiras, guarda-comidas, etc.”.

Sobre a zona envolvente, a autora sugere, entre outras acções: - “Varra tudo à volta de casa para que o chão esteja limpo e liso. Quando o chão não está liso, há buracos onde a água fica quando chove, e esta água cria mosquitos. Corte todo o capim e todos os arbustos à volta da casa. No capim também se desenvolvem mosquitos”. E finaliza o capítulo “A Higiene da habitação” sugerindo à mamã moçambicana que “Não deixe as suas fezes (cocó) em qualquer parte, no mato ou à volta da sua casa. As fezes criam moscas e as moscas podem trazer-lhes, a si e à sua família, muitas doenças. Atrás da casa faça um buraco bem fundo para ali deixar as suas fezes, e não se esqueça de cobrir o buraco com uma tábua”.

Decorridos quatro dezenas de anos, pelo que sabemos da realidade do país, “Bebé Mamã” poderia ser reeditado e distribuido pelas mulheres e mães moçambicanas...

2009-06-15

Saúde Pública – Cursos de Verão


Depois de “veinte años al servicio de la formación e innovación científica en el campo de la salud pública”, a edição de 2009 da Escuela de Verano de Salud Pública de Menorca integra as jornadas "Cine y Salud Pública", organizadas com a colaboração da UIMP, Universidad Internacional Menéndez Pelayo.

Uma novidade no Programa que, este ano, abrange Cursossobre la prevención de enfermedades crónicas - ales como las cardiovasculares o el síndrome de fatiga crónica -, la elaboración de proyectos de investigación europeos, la enseñanza basada en problemas, las habilidades emocionales de los profesionales que trabajan en el campo de la dependencia, o la evaluación de las innovaciones tecnológicas en los servicios sanitarios”, e, como habitualmente, diversos Encontros com “temas relacionados con los avances en las actividades preventivas y de promoción de la salud en atención primaria, las desigualdades en salud, la ley de reforma de la salud pública, la prevención de los accidentes de tráfico, la vigilancia epidemiológica, la evaluación de la investigación y formación en salud, y la participación de diversas sociedades científicas y redes de investigación”.

Entre 09/09/21 e 09/09/26, em Maó, Menorca – uma ilha Reserva da Biosfera.

2009-05-02

Vírus Influenza A(H1N1)


Na sequência do post anterior, também recomendamos aos leitores do JSA a consulta da página sobre o vírus Influenza Porcina (*) no site de Promoción de La Salud da Secretaría de Salud do México. Uma página em que se esclarecem em linguagem simples muitas das perguntas que decerto as pessoas fazem, designadamente o que é a gripe humana de origem suína, quais são os sinais e os sintomas, como se transmite e as medidas que se devem adoptar para se evitar o contágio.

Na mesma página são disponibilizados (em pdf) diversos materias educativos, como folhas informativas, cartazes e guias - para a população em geral mas também para os profissionais de saúde.

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(*) Somente a partir de 09/04/30, por recomendação da OMS, é que se adoptou a designação de Influenza A(H1N1) ou Vírus gripal A(H1N1).

2009-02-22

Uma casa de banho com duas retretes


Parecerá um daqueles episódios carnavalescos que, como se diz popularmente, “ninguém leva a mal”. Parecerá, porque, de facto, foi (e ainda é) um caso que eu entendo como ilustrativo da leviandade – para não usar outra expressão menos benevolente – com que se tomam decisões e se cumprem ordens no “País das Maravilhas” – país que é, desde há algum tempo, nas conversas de rua e até na televisão, apontado como o “país em que vivemos”.

Num dos dias da semana que hoje (09/02/21) se finda, em conjunto com representantes de outras entidades, eu participei numa vistoria a um estabelecimento público cujo funcionamento carece de licenciamento anual. Por razões diversas, a Comissão de Vistorias (que integro desde há mais de duas décadas) tem sido tolerante e permitido que as obras de beneficiação das instalações se prolonguem ao longo dos anos. Desta vez, porém, eu confrontei-me com uma situação nova, surpreendente, e, de modo contido, observei:


- Como nós não estamos a vistoriar uma creche, há aquí qualquer coisa de errado!...

Os outros elementos da comissão aproximaram-se e eu afastei-me da porta para que confirmassem: no mesmo compartimento, identificado como IS para pessoas com deficiência motora, duas retretes, separadas por uma estreita parede…

O representante da entidade proprietária do estabelecimento discordou do meu reparo e quando eu disse que “pelo menos” deveria eliminar uma das retretes ainda intentou contestar-me.

… Em 2009, no “país em que vivemos!”.

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Ilustração: Fotografia recolhida em Museo Nacional de Sanidad.

2008-12-30

Bebidas alcoólicas: beber com moderação


Em parceria com outras entidades, a ANEBE, Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas, criou o sítio “Beba Com Cabeça”, um projecto que tem como objectivo “esclarecer as principais questões relacionadas com o álcool de forma clara e transparente”.

No sítio são disponibilizadas informações sobre os Efeitos do Álcool e sobre a Atitude Correcta que as pessoas deverão adoptar para prevenirem os riscos associados ao consumo de bebidas alcoólicas em diferentes Etapas da Vida e em Situações Específicas.

Na primeira página estão disponíveis um Teste, para que as pessoas interessadas possam avaliar a sua relação com o álcool e aprender a “beber sem riscos para a saúde”, e um Simulador para que possam saber se estão a “beber com segurança”.

Beba Com Cabeça”, um sítio a consultar – particularmente neste período de festas em que as pessoas têm tendencia a cometer alguns excessos…

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Ilustração: Imagem recolhida em Beba Com Cabeça

2008-12-10

O Refeitório Escolar


Um número razoável de leitores procura no JSA informação sobre Ementas Escolares. Sobretudo depois de termos publicado a “Análise das Ementas Escolares” durante o ano lectivo de 2006-2007 nas escolas do concelho de Salvaterra de Magos.

Há poucos dias, acidentalmente, tomámos conhecimento do Refeitório, blogue do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, de Santarém. Um espaço para a divulgação de textos sobre nutrição, higiene alimentar e alimentação saudável. Um espaço, também, para o anúncio das Ementas Semanais.

O blogue Refeitório é uma iniciativa interessante que recomendamos aos leitores do JSA. Leitores com quem partilhamos - Bom apetite! - a ementa para o almoço de hoje (08/12/10) : Sopa: Sopa de nabiças; Prato: Carne à Jardineira; Sobremesa: Fruta.

2008-11-25

Um TSA, na Educação para a Saúde


Poucas palavras, para satisfazer (muito parcialmente) a curiosidade de leitores do JSA que me questionam sobre a minha identidade e a minha formação profissional para me atrever a criar o Jornal de Saúde Ambiental, apesar dos “posts” que de quando em vez publico relacionados com a actividade que exerço, no Serviço de Saúde Pública do Centro de Saúde de Salvaterra de Magos.

Especificamente no domínio da Educação para a Saúde, fui:

- Corresponsável pelo NESC-SM, Núcleo de Educação para a saúde do Concelho de Salvaterra de Magos até 1997;

- Coordenador da edição do “Haja Saúde!”, Boletim do NESC-SM, enquanto se publicou.

- Representante do Centro de Saúde, após a extinção do NESC-SM, na Rede Portuguesa de Educação Ambiental (entretanto também extinta), cujo secretariado funcionou no Parque Biológico Municipal de Vila Nova de Gaia.

- Representante do NESC-SM na UIEPS, União Internacional de Educação e Promoção da Saúde, designadamente na 3ª. Conferência Internacional deste organismo sobre a “A Educação para a Saúde e os Mass media”, que se realizou em Amsterdam (Holanda), em 1993.

Prosseguirei, assumo este compromisso mas não garanto a regularidade, com referências a outras áreas, a outros domínios. Para que não restem dúvidas sobre a profissão que exerço: TSA, Técnico de Saúde Ambiental.

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Ilustração: Fotografia (por Ron Burgering) de Duarte d'Oliveira, Coordenador do JSA, numa sessão de convívio promovida pela Presidente da Câmara de Amsterdam, no âmbito da 3ª. Conferência Internacional da UIEPS, em 1993.

2008-11-09

Segurança Alimentar nas Escolas


La Seguridad Alimentaria en la Educación Secundaria Obligatoria” é um guía didáctico editado pela AESA, Agencia Española de Seguridad Alimentaria, para facilitar aos professores o ensino das matérias “relacionadas con la seguridad de los alimentos, de una manera fácil, asequible y rigurosa, pero, sobre todo, eficaz a la hora de crear hábitos saludables”.

Em seis capítulos temáticos, distribuidos por 49 páginas, aos professores são sugeridas actividades que lhes permitirão envolver os alunos na aprendizagem e na aquisição de hábitos relativos à segurança alimentar contribuindo para a sua formação como cidadãos responsáveis.

La Seguridad Alimentaria en la Educación Secundaria Obligatoria” é uma publicação que recomendamos aos leitores do JSA, particularmente aos professores e aos profissionais de saúde.

2008-10-31

Nesting: como criar um ambiente saudável para o bebé


No passado dia 20 (08/10/20), em Madrid, enquanto decorria o Simpósio Internacional da OMS sobre Meio Ambiente e Saúde, foi apresentado publicamente a versão em espanhol do Portal Nesting: como criar um ambiente saudável para o bebé, um projecto da WECF, Women in Europe for a Common Future (Mulheres na Europa por um Futuro Comum).

A WECF é uma rede internacional de organizações cuja acção é orientada para a mulher no domínio da saúde, do ambiente e da erradicação da pobreza. E o Nesting, como anuncia o Boletim de Outubro de Ecologia y Desarrollo, é “uma ferramenta online para informar e orientar sobre como proporcionar um ambiente mais saudável para as crianças recém-nascidas”.

Um projecto meritório.

2008-10-12

Uma oliveira para cada bebé


Hoje, domingo (08/10/12), terão sido oferecidas as primeiras árvores “de todos os bebés que nasceram na maternidade do Hospital Pêro da Covilhã” desde 20 de Outubro do ano passado. Quando, no decurso da “Semana do Bebé”, foi anunciado o projecto “Uma árvore, uma vida”.

Lemos no suplemento (especial) Saúde Infantil, do Jornal do Fundão (edição de 08/10/09), que o “gesto simbólico (…) acima de tudo afectivo” da doação das árvores “pretende promover os laços entre a comunidade e o hospital ao mesmo tempo que incentiva à inversão dos baixos índices de natalidade do país e alerta para as questões de saúde infantil”.

O acto da doação, que consiste “na oferta de uma oliveira envasada, na qual consta uma placa identificativa de cada bebé”, encerra a edição de 2008 da “Semana do Bebé”.

2008-09-25

“Um olhar sobre saúde e ambiente”


Relacionar Saúde humana e Saúde ambiental” é um dos objectivos do concurso de fotografiaUm olhar sobre saúde e ambiente” – uma iniciativa do Hospital de Faro, em parceria com a ARS Algarve, o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, e a Universidade do Algarve.

Numa breve nota introdutória ao Regulamento, escreve a Comissão Organizadora que é “imperioso mostrar que não há Saúde humana sem Saúde ambiental e que esta, por sua vez, precisa de ser cuidada como se da nossa própria saúde se tratasse”.

Para o concurso, aberto a todos os fotógrafos amadores e profissionais, as fotografias “deverão ser entregues até 089/02/02” nas condições estabelecidas regulamentarmente.