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2010-01-28

Agricultura ecológica: um logótipo para a UE


A partir de Julho do ano em curso (2010), os produtos alimentares ecológicos pré-embalados – “que cumpram os requisitos da comunidade definidos como Agricultura e Produção Ecológica” – apresentarão obrigatoriamente o novo logótipo da UE, União Europeia. Pretende-se, deste modo, “reforçar a protecção dos consumidores e promover a agricultura ecológica” – em Portugal erradamente classificada como “biológica”. Como diz uma amiga nossa, desde sempre contestatária desta classificação, “ainda não comemos batatas artificiais, de plástico por exemplo”…

Para que agrade ao maior número de pessoas possível” – como disse Mariann Fischer Boel, Comissária da Agricultura e do Desenvolvimento Rural -, e represente a União Europeia, seja fácil de memorizar e de associar à UE e à agricultura biológica, sem recurso a palavras ou letras, o novo logótipo ecológico foi objecto de um concurso que está na fase final de selecção. Um concurso em que todos nós podemos participar votando num dos três logótipos finalistas.

Nós já votámos.

2009-12-14

... E as cegonhas ficaram sem ninho!



Há cerca de um mês anunciei que o regresso das cegonhas representava “o começo de um novo ciclo, o retomar da esperança na vida – apesar das alterações climáticas e dos dissabores do quotidiano”.

Hoje (09/12/14) é com tristeza que informo que o ninho foi destruído. Destruído!

Pelo meio da tarde - fria, muito fria apesar do sol - ao aproximar-me da ponte sobre a Ribeira de Muge reparei que o ninho das cegonhas que acompanhamos não estava lá, no topo do poste. Magoado, parei o carro e registei o facto. Para agir como prometi.

O voo inquieto das cegonhas - ao fundo, numa das fotografias - denuncia que aquele ninho não terá sido o único a ser destruído… Que pena não ter registado a intervenção da brigada da
EDP – que, numa carrinha de caixa aberta, passou diante de minha casa…
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Ilustração: Fotografias por Duarte d’Oliveira (09/12/14).

2009-11-15

As cegonhas: o regresso, o retomar da esperança


Ontem, sábado (09/11/14), pelo meio da tarde outonal, ao transpor a ponte sobre a ribeira que margina o lugar onde se situa a casa onde apascento os dias, fui supreendido pelo voo de uma cegonha. Para o ninho que no passado decidi proteger.

Um pouco mais à frente, estacionei o carro e registei o instante numa fotografia - que partilho com os leitores do JSA. Para assinalar o começo de um novo ciclo, o retomar da esperança na vida – apesar das alterações climáticas e dos dissabores do quotidiano.

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Ilustração: Fotografia por Duarte d’Oliveira (09/11/14)

2009-08-19

As cegonhas emigraram…


Há pouco mais de um mês as cegonhas cuja vida acompanhamos desde Fevereiro emigraram. Quando o tempo frio chegar, lá por onde estão, hão-de regressar. Aquí, para o início de mais um ciclo de vida…

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Ilustração: Fotografia por Duarte d’Oliveira (09/07/12).

2009-07-14

GaiaNet


Com o objectvo de divulgar “informações, reflexões e ações ecológicas relevantes e úteis”, GaiaNet é o nome do Boletim de GaiaFloripa, o núcleo de Florianópolis do GAIA, Grupo de Ação e Informação Ambiental. Coordenado por Rui Iwersen, está disponível na Internet desde Março (09/93/20).

Aos leitores do JSA sugerimos que acompanhem as “Reflexões ecológicas” do coordenador e dos colaboradores de GaiaNet, começando, talvez, pela leitura da Ação Ecológica 6 sobre Saúde Ambiental”.

Desde hoje, no espaço de “Outros sítios, mais saberes…” estabelecemos uma hiperligação para o boletim virtual GaiaNet.

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Ilustração: Imagem recolhida em GaiaNet.

2009-06-12

Confirmo: as cegonhas é que sabem…



Duvido que tenha sido devido à minha advertência. Mas o certo é que o ninho não foi derrubado, como sucedeu com todos os outros no topo dos postes em volta. E decorridos quatro meses aí está a família…

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Ilustração: Fotografias por Duarte d’Oliveira (09/06/12)

2009-03-13

Aprender com as cegonhas…


Apesar do “sofisticado conjunto de varas metálicas para a impedirem de construir um novo”, um mês depois, com muito engenho e mais arte, aí está o ninho. Porque “a cegonha sabe que o sítio do seu ninho é alí, no topo daquele poste”. E não noutro…

Confesso-o: se os operários voltarem, para cumprirem as mesmas ordens, eu registarei o acontecimento e agirei em conformidade. Relatando o caso às entidades competentes. Para se evitarem outros crimes…
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Ilustração: Fotografia por Duarte d’Oliveira (09/03/13).

2009-02-13

As cegonhas é que sabem…


Pela segunda ou terceira vez, ao longo dos últimos dois anos, tiraram e destruiram-lhe o ninho. Agora, obedecendo a ordens superiores, alguns operários instalaram no topo do poste um sofisticado conjunto de varas metálicas para a impedirem de construir um novo. Em volta, há outros postes. Mas a cegonha sabe que o sítio do seu ninho é alí, no topo daquele poste. E resiste…

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Ilustração: Fotografia por Duarte d’Oliveira (09/02/13)
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2009-01-05

Consciência ecológica



“O homem é a coroa da criação”. O ser humano tem o sabor do oceano na lágrima. Na composição química do seu corpo estão todos os preciosos metais que compõem a Natureza. Ele tem a mesma proporção de líquido do Planeta Terra no seu corpo. Na formação de sua estrutura física e espiritual estão presentes os estados sólido, líquido e gasoso: natureza e homem são Universo-único verso de Deus! Para Roger Garaudy “Crer que somos separados é que é ilusório. Os homens são como galhos de uma mesma árvore, ou como ondas de um mesmo Oceano”.

Roger (Garaudy) denuncia na sua obra “Apelo aos Vivos” que “O homem violou três infinitos. O infinitamente pequeno: ao domar o átomo e liberar a sua fantástica energia. O infinitamente grande: ao transpor as barreiras da Terra, viajando pelo Cosmo. O infinitamente complexo: através da Cibernética”. Muito angustiado pelo avanço tecnológico, sem compromisso com a vida, ele desabafa: - "Optar pela energia nuclear é assassinar nossos netos".

Xamã, um pagé americano, diz que ensina assim ao seu povo: - “Primeiro, a arte de escutar. Segundo: que tudo está ligado com tudo. Terceiro: que tudo está em transformação. Quarto: que a terra não é nossa, nós é que somos da terra”.

Jesus exclamou: - “Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam... nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles”.

O Mestre aponta para a serenidade das flores do campo, como um atalho na busca do equilíbrio ecológico espiritual. As flores dão nomes a mulheres, homens, lugares, rios, países. As flores são alimentos e curam, também!

Esse equilíbrio da alma vai se conseguir na medida em que brotarem nos canteiros do respeito as sementes da paz interior, da compaixão por si mesmo, pelo outro e pelo Universo. Albert Schweitzer afirma: - "Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da Criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante".

Preservar é não desistir de lutar pela vida, é ajudar a garantir às gerações a dádiva de viver! O cidadão comprometido com a vida é capaz de interagir e ajudar a deter o poder de destruição ao redor, mesmo sem ter nas mãos as prometidas verbas públicas. Ele pode exercer a cidadania de uma forma pacífica, inteligente e gratuita: indignar-se. Para preservar é preciso formar cidadãos sentinelas da vida, que saibam intervir no momento certo para se evitar o desperdício, o mau uso, o abuso, mas, sobretudo, formar o educador do meio ambiente, capaz de ensinar “a tempo e fora de tempo” como viver sem deixar um rastro de morte por onde passa.

É preciso formar educadores para assessorar a sociedade na administração do que herdou. O Brasil pode dar ao mundo um grande exemplo de fraternidade, ao propor um programa de reciclagem de vidas e a restauração do homem.

Quando o homem desperdiça água, luz, árvores, pensamentos positivos, oportunidade de preservar-se, inteligência para interagir na preservação do Planeta, está adubando com a própria lágrima o terreno da morte para se destruir. Quando distribui lixo político, social, espiritual, emocional, e toda a espécie de ações inconseqüentes, está infectando o espaço, semeando transtornos. São crimes hediondos contra a vida.

A juventude recebeu de herança dos maus governantes, dos currículos indecentes, dos “educadores” dormentes e dos pais omissos, um grande e riquíssimo patrimônio... mal administrado, mal conservado, mal amado. É urgente que se enfrente o maior desafio de todos os tempos: formar os valores que vão substituir as mentes destruidoras por aquelas que têm sensibilidade para amar e preservar. O slogan poderia ser: adote o seu planeta como bichinho de estimação. É um desafio educacional.

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar agora e fazer um novo fim".

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Ilustração: Fotografia recolhida em Pé no Mato

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NC: Ilustração da responsabilidade do Coordenador do JSA.

2008-12-01

A Albufeira de Magos e o Plano de Ordenamento


Em 1997 (21–22 de Janeiro), no LNEC, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, no Encontro Técnico “Cianobactérias e o seu Impacte na Qualidade da Água”, promovido pela APRH, Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos, na comunicação “Programa de Monitorização de Cianobactérias – Albufeiras de Coruche e Salvaterra de Magos(*) apresentada por Vera Noronha, Engenheira Sanitarista, nós referimo-nos à necessidade de se criar um Plano de Ordenamento para a Albufeira de Magos.

Agora, decorridos quase 12 (doze) anos, depois de elaborado e regulamentarmente objecto de discussão pública, a Resolução do Conselho de Ministros Nº 169/2008, de 21 de Novembro, “Aprova o Plano de Ordenamento da Albufeira de Magos e a delimitação da Reserva Ecológica Nacional do concelho de Salvaterra de Magos”.

Na qualidade de profissional de saúde, eu já não acompanharei a sua execução – tarefa que ficará para quem me render, no Serviço de Saúde Pública do Centro de Saúde de Salvaterra de Magos -. Mas espero que o Plano de Ordenamento se concretize e que de facto contribua para o desenvolvimento económico e social da região.


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(*) Por Duarte d’Oliveira (TSA), Luisa Portugal (MSP), Moisés Almeida (TSA), e Vera Noronha (ES).

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Ilustração: Fotografia por Duarte d’Oliveira

2008-11-13

“Conservação de Recursos Hídricos”


A Casa Municipal da Cultura de Seia promoveu – para hoje, 08/11/13 – a exibição, pelas 21.30 horas, dos documentários de realizadores do concelho concorrentes ao Cine’Eco 2008. O e-mail por que recebemos a informação é de ontem - 12 de novembro de 2008 15:51 -, não nos concedendo tempo útil para divulgarmos a iniciativa.

São três documentários cinematográficos diferentes, para públicos diversos, dos quais destacamos um cuja temática se insere objectivamente no âmbito das matérias que tratamos no JSA: - “Conservação de Recursos Hídricos”.

Divulgamos a Ficha Técnica e a Sinopse que nos foram facultados:

Conservação de Recursos Hídricos

“Realização: João Tilly (Portugal, 2008); Argumento: Eng. Cláudia Salgueiro; Fotografia: João Tilly; Música: Celtic Moods; Montagem: João Tilly; Som: João Tilly; Intérpretes: Prof. Carlos Nabais, Eng. Jorge Cancela e pescadores de águas interiores; Duração: 20’.

Contacto: Av. Luís Vaz de Camões Edif. jardim II, 6270-484 Seia;
joaotilly@gmail.com

Sinopse: Este mini documentário mostra a importância da protecção dos recursos hídricos em águas interiores. Apresenta imagens inéditas de um concurso de pesca sem morte no Vale do Rossim e da pesca eléctrica de investigação no Zêzere para estudo das espécies piscícolas autóctones, enquanto dá voz a alguns dos maiores especialistas nacionais na matéria.”

… Poderá acontecer que a RTP-2, aparentemente tão interessada em questões ambientais, o venha a transmitir. Mas esperamos que a exibição não seja anunciada na data da apresentação.

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Iliustração: Fotograma do documentário “Conservação de Recursos Hídricos”.

2008-11-05

Cine’Eco 2008, os filmes


Por precaução em relação ao meu estado de saúde, que receava que se agravasse e que nos últimos dias me tem retido em casa (mas já estarei na fase de reabilitação), este ano eu não estive em Seia durante a realização do Cine’Eco (todavia, F., uma das minhas irmãs, obteve para mim um exemplar do catálogo). Por conseguinte, a informação de que disponho é (sobretudo) aquela que Lauro António disponibilizou através do blogue do Festival Internacional de Cinema e Vídeo do Ambiente da Serra da Estrela.

Nestas circunstâncias, não me deterei na divulgação dos títulos dos filmes premiados e opto por propor aos leitores que consultem o blogue CINE ECO 2008 - no qual Lauro António, director do Festival, também nos apresenta “Uma panorâmica pessoal” sobre as suasobras preferidas”.

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Ilustração:Rostos do CINE ECO 2008”, por Lauro António, colagem recolhida em Cine Eco 2008.

2008-10-14

Cine’Eco 2008: Bom Cinema e Bom Ambiente


Com um concerto de Rodrigo Leão & Cinema Ensemble, em Seia, no Cine-Teatro Casa Municipal da Cultura, pelas 21.45 horas, começa no próximo sábado (08/10/18) a XIV Edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela.

Os filmes seleccionados (entre mais de 500 apresentados pelos concorrentes) serão exibidos ao longo da semana no Auditório do CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela. Paralelamente, o festival integrará diferentes ciclos de cinema que decerto mobilizarão os cinéfilos: - “Outras terras, Outras Gentes” e “Paixão do Cinema” – um ciclo de homenagem ao actor Paul Newman e aos realizadores Sydney Pollack e Dino Risi...

Escreve Lauro António, director técnico do festival, em Cine’Eco 2008 – 14 anos depois: Bom Cinema e Bom Ambiente:

Um Festival de Cinema cuja temática é o ambiente deverá orientar o seu olhar preferencialmente para os problemas com que se debate a Terra no presente, ao nível do ambiente, procurando:

A) Mostrar o que de melhor se faz em todo o mundo no campo do cinema e do audiovisual de temática ambiental;

B) Diversificar os olhares, quer quanto à temática, quer quanto à sua origem geográfica. Obras abordando problemas diferenciados e de diversos países dos cinco continentes;

C) Estimular a criação de obras audiovisuais de teor ambientalista, quer nacionais, quer internacionais;

D) Chamar a atenção e promover obras que de outro modo não teriam o mesmo impacto junto do público, da crítica e dos organismos decisórios;

E) Promover a discussão e o diálogo entre ambientalistas e cineastas, através do convívio em Júris, em Encontros, Debates, etc.;

O Cine Eco tem dado o seu melhor para concretizar estes princípios. Ao anunciar a edição de 2008, reafirma estes princípios, impondo-lhes uma nova energia e revitalização.


… Parece-nos dispensável lembrar aos leitores do JSA que vão até lá, a Seia, na encosta norte da Serra da Estrela. De 18 a 25 de Outubro, uma cidade com “Bom Ambiente e Bom Cinema”.
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NC: - Por motivos vários, muito discutíveis, não me surpreende a ausência. Mas parece-me que é tempo da ARSC, Administração Regional de Saúde do Centro, se aliar à entidade organizadora e de apoiar o Cine’Eco. Incentivando os profissionais de saúde ambiental e de saúde pública. Para participarem, activamente. Até com a realização de um Colóquio ou de um Seminário sobre as relações entre o meio ambiente e a saúde.

2008-10-13

"É preciso melhorar o ambiente"


85/06/27, jornal “A Capital”.

O suplemento “Guia do Consumidor”, coordenado por Afonso Cautela, jornalista, um dos precursores do movimento ecologista em Portugal, publicou o artigo (cujos títulos e subtítulos são da sua responsabilidade) “Para proteger a Saúde, é preciso melhorar o ambiente” que reproduz a comunicação “Ecologia e Saúde” que eu apresentara anteriormente (1984) nas III Jornadas de Saúde de Aveiro.

Passaram-se mais de duas dezenas de anos. No entanto...
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Nota: Afonso Cautela é o autor do texto introdutório (o primeiro parágrafo).
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NC: Para a leitura da “Comunicação”, os leitores interessados deverão clicar sobre o recorte de jornal que “escaneámos” – em português do Brasil (ainda), antes da efectividade do acordo ortográfico.

2008-10-07

Água e Sustentabilidade: CARTA DE ZARAGOZA 2008


Distribuida pela Tribuna del Agua, recebemos por correio electrónico a Carta de Zaragoza 2008 que sintetiza as conclusões das actividades desenvolvidas ao longo da Exposição Internacional de 2008 que teve como tema "Água e Desenvolvimento Sustentável".

Depois de reconhecerem, no Preâmbulo, que “a água é essencial para a vida no planeta”, os participantes da Tribuna del Agua alertam que (tradução livre) “os novos paradigmas sobre água e sustentabilidade pretendem superar a visão meramente antropocêntrica por se entender que mediante uma gestão integrada dos recursos hídricos se protegem ao mesmo tempo a sobrevivência do ser humano e do planeta”.

A seguir, após a exposição dos pressupostos, apresentam um conjunto de Recomendações que, como assinalam no final, consubstanciam a Carta de Saragoça que será apresentada à Secretaria Geral da ONU, Organização das Nações Unidas, para que seja objecto de promoção universal.

2008-09-20

“Nous resterons sur terre” – “Nós ficaremos na Terra” (*)


No próximo dia 9 de Outubro, no final do primeiro dia de trabalhos do “World Forum Lille” sobre a Responsabilidade Social e Ambiental, será exibido em pré-estreia o filme “Nous resterons sur terre”, de Olivier Bourgeois et Pierre Barougier. O filme, que conta com a participação de Mikhaïl Gorbatchev, presidente da Cruz Verde Internacional, Edgar Morin, filósofo, Wangari Maathai, Prémio Nobel da Paz, e de James Lovelock, ambientalista, documenta “a separação entre a terra-mãe generosa e os seus filhos « enfants terribles », e, sem pretender dar respostas conclusivas, “deixa a cada um a liberdade de avaliar o grau de urgência sobre uma certeza: “nós ficaremos na terra”.

Após a projecção, o debate com Wungari Maathai, Prémio Nobel da Paz e presidente do Green Belt Movement (Kenya), será moderado pela jornalista canadense Valérie Borde.

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(*) Tradução livre.

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Ilustração: Imagem recolhida em NaturaVox

2008-08-18

As cegonhas e as alterações climáticas


As alterações climáticas e o aquecimento global afectam as condiçoes ecológicas das mais diversas regiões da terra. Algumas das perturbações são violentas, catastróficas, e objecto de notícia nos órgãos de comunicação social, sobretudo na televisão que sem pudor repete as imagens de tragédia que ilustram as inundações e as secas, os tornados e os tufões. Outras são mais discretas, silenciosas mas não menos significativas.

No sul de França, em Lattes, na região de Hérault, no inverno as cegonhas já não cumprem o ciclo migratório, voando para a península ibérica ou para o norte de África. Como noticia o Journal du Développement durable, instalaram-se em permanência. A informação foi divulgada por especialistas de La Maison de la Nature que estudam aquelas aves há uma dezena de anos.

Resta-me esperar que as muitas cegonhas que todos os anos reconstroem os ninhos no topo dos postes de electricidade nas cercanias de minha casa e que me anunciam a chegada do outono optem também por ficar por aquí, abandonando a emigração. Mas receio bem que brevemente a minha filha já não possa indicar o local onde o pai mora, como me contou no sábado enquanto viajávamos pelo Alentejo, dizendo com ironia que “é pelo caminho das cegonhas”...

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Ilustração: Imagem recolhida em “O voo da Bonelli”

2007-11-05

PERSONAS EN ACCIÓN


Personas en Acción” é um site que se classifica como um Guia para a consulta de sitesseleccionados sobre o que nós estamos a fazer por um Mundo Melhor” nas áreas da Ecologia, da Solidariedade Social, do Crescimento Pessoal e das Transformações Sociais.

Um site para guardar nos “Favoritos”.

2007-10-26

Ontem plantámos uma árvore


Ontem plantámos uma árvore. Porque adquirimos a revista Visão, cuja edição verde anunciámos na semana passada.

Ontem, também, inserimos na coluna ao lado, no espaço de Ambiente/Ecologia a hiperligação que permite aceder ao micrositeVisão Verde”. Para acompanharmos o desenvolvimento do programa “Portugal Verde” – que a entidade promotora pretende que seja “um verdadeiro movimento nacional”.

Como num conhecido slogan publicitário, perguntamos ao leitor: - Já plantou a sua árvore hoje?...

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Ilustração: Fotografia recolhida em Portal Florestal .

2007-10-03

EcoloInfo - uma Barra de Ferramentas


Como propõem os autores, a Barra de Ferramentas EcoloInfo permite aceder facilmente ás mais diversas páginas com informação sobre Ambiente, Desenvolvimento Sustentado e Ecologia através de um clique.

Apesar de (bastante) condicionada ao espaço francófono, nós, que já a instalámos - o descarregamento (download) é rápido e gratuito -, reconhecemos que é de facto uma excelente ferramenta.