Mostrar mensagens com a etiqueta Desastres Naturais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Desastres Naturais. Mostrar todas as mensagens

2010-03-15

Sismos. Os sismos podem ou não prever-se?


A terra treme. Os sismos sucedem-se, em diferentes regiões do mundo, e as populações (afinal nós) vivem(os) atemorizadas/os. E questionam-se (questionamo-nos) sobre se os sismos se poderão ou não prever para eventualmente se adoptarem medidas preventivas e/ou minimizadoras dos riscos.

Para responder a esta e a outras questões, o Museu Nacional de História Natural e o Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências, da Universidade de Lisboa, organizaram um colóquio - “Afinal, os sismos podem ou não prever-se?” – que se realizará no próximo dia 17 (10/03/17), pelas 16.00 horas, no Anfiteatro Manuel Valadares, em Lisboa.

Uma oportunidade preciosa para aprender e esclarecer dúvidas”, com “os principais especialistas nacionais” que apresentarão “em linguagem clara e simples, para os cidadãos em geral (…) o “estado da arte” acerca da previsão sísmica”.

A entrada é gratuita.
………………….
Ilustração: Imagem recolhida em Engenharia Sísmica, LNEC.

2010-02-22

Ilha da Madeira: o dilúvio


Durante a madrugada de sábado (10/02/20), a chuva foi diluviana. Encheu ribeiras e a água desceu pelas vertentes da serra para o mar. Indomável, arrastou grandes pedras e arbustos, terra; derrubou pontes e para lá das margens a enxurrada inundou a cidade e a alma humana.

As causas para aquela tempestade são várias e a comunidade científica alerta para a ocorrência cada vez mais frequente e eventualmente com consequências mais trágicas de fenómenos naturais. As causas para a destruição de casas e de estradas também são diversas e os especialistas em urbanismo e ordenamento do território afirmam que poderia ter sido evitada ou minimizada se se respeitassem as Leis da Natureza.

Agora, porém, solidários, devemos retomar o curso da vida…

………………………………
Ilustração: Fotografia recolhida em “Jornal da Madeira”.

2010-01-19

O Haiti, as situações de catástrofe e a falta de formação dos TSA


Na ilha de La Hispaniola, no Mar das Caraíbas, ilha descoberta por Cristóvão Colombo no ano distante de 1492, o Haiti é um país pobre. Um país cuja população viveu quase sempre sob regimes políticos devastadores.

Nesta mensagem, não me deterei na história dramática do povo haitiano nem em comentários sobre a tragédia que há poucos dias destruiu povoações, vilas e cidades, que afectou a vida de milhões de cidadãos e provocou milhares de vítimas, mais de cem mil mortos e um número incontável de feridos - informações que os leitores do JSA já obtiveram (ou poderão obter) em muitos sítios e em muitos mais blogues disponíveis na Internet.

Neste “post” (mensagem), eu retomo uma vontade expressa por uma colega que escreveu - “Se pudesse largava tudo para lá ir ajudar, por exemplo, a tratar a água, a torná-la potável” – para reproduzir (parcialmente) o meu comentário: - “(…) ora, como sabe, (na generalidade) os TSA saberão verificar se a água cumpre os requisitos legais para prevenir as doenças hídricas mas não sabe “tratar a água” - uma acção de complexidade variável consoante as características e a grandeza da poluição e da contaminação – e muito menos analisá-la…

Em circunstâncias trágicas similares daquela que se regista no Haiti – enquanto menos jovem eu estive em cenários de guerra -, embora haja diversas soluções para o tratamento da água, normalmente opta-se pela desinfecção bacteriológica (no ponto de consumo) com o recurso a “pastilhas” cloradas distribuidas pela população. Uma tarefa que (compreensivelmente) não exige a intervenção de um TSA.

Para finalizar, digo-lhe que o seu “post” tem um mérito: lembrou-me uma (minha) questão antiga, que eu relembro: os TSA não têm formação para intervir em situações de catástrofe - e seria bom que as Escolas criassem uma disciplina específica que os preparasse. Para (socorrendo-me das suas palavras) “ir ajudar” no Haiti ou noutra região qualquer, designadamente em Portugal…
”.

Um comentário, com uma (minha) “questão antiga”, para os dirigentes das ESTES lerem e intentarem concretizar.
………………………………..
Ilustração: Imagem recolhida em “The water project Haiti”.

2005-09-14

Desastres naturais - Medidas de Saúde e Segurança



Na sequência da devastação provocada pelo furacão Katrina, o Departamento de Saúde e Recursos Humanos de CDC, Centers for Disease Control and Prevention, divulgou uma página sobre Saúde e Segurança com um conjunto de informações que consideramos pertinentes mesmo em relação a outros desastres naturais – designadamente inundações provocadas por cheias. Como se escreve na página inicial, “Embora não se possa fazer nada para se deterem os furacões, há medidas que se podem tomar para se proteger a saúde e a segurança… “.

Transcrevemos a página em castelhano:

O QUE DEVE SABER

Recuperarse después de un huracán

Prepararse para un huracán