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2008-07-17

Pela sua saúde, proteja-se do calor!


Com o objectivo de proteger a saúde das pessoas, particularmente das mais vulneráveis (crianças, idosos, doentes crónicos, doentes acamados, pessoas que vivem isoladas…), a ARS (Administração Regional da Saúde) do Algarve iniciou em Maio a execução do Plano de Contingência Regional para Ondas de Calor 2008. Desde então e até 15 de Setembro, no âmbito do Sistema de Previsão e Alerta, “será feita a avaliação diária do risco com base na monitorização diária de vários parâmetros (Temperaturas máx., humidade, Índice U.V., Índice ICARO, etc.) e posterior emissão dos níveis de alerta”.

O Sistema de Previsão e Alerta “contempla três níveis de alerta”:

Alerta Verde: - Situações de temperaturas normais para a época do ano.
Alerta Amarelo: - Em caso de temperaturas elevadas que poderão provocar efeitos na saúde.
Alerta Vermelho: - Quando se registam e prevêem temperaturas muito elevadas que poderão trazer graves problemas para a saúde.

Na mesma página da ARS do Algarve estão disponíveis “Conselhos úteis” para:

- Actividades Desportivas
- Apoio Domiciliário
- Creches
- Desporto ao Ar Livre
- Lares
- Medidas em caso de Emergências Médicas
- Recomendações para Crianças; Jovens e Idosos

Como as ondas de calor não conhecem fronteiras, sugerimos aos leitores do JSA que consultem também a página “El cuidado de la salud frente al calor” do Servicio Andaluz de Salud, na outra margem do Guadiana, rio que separa/une as duas regiões, o Algarve e a Andaluzia.
Pela sua saúde, proteja-se do calor!
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Ilustração: Imagem recolhida em Servicio Andaluz de Salud

2007-07-30

Calor: A Saúde em Perigo


As temperaturas elevadas e os baixos níveis de humidade são susceptíveis de afectar a saúde das populações. É necessário que se adoptem comportamentos de segurança, para se proteger a saúde.

Com esse objectivo, a Direcção-Geral da Saúde editou o folheto (desdobrável) “Calor: A Saúde em Perigo. Saiba como proteger-se” no qual assinala os riscos para a saúde associados ao calor e lembra as recomendações que as pessoas, sobretudo dos grupos mais vulneráveis, devem observar para se protegerem do calor.

Sugerimos a leitura do desdobrável e a divulgação das recomendações.

Nem o cursor resiste!

Com o país assolado por uma onda de calor – para hoje (07/07/30) prevêem-se temperaturas superiores a 40º Celsius em diferentes regiões do país –, a Direcção-Geral da Saúde (através da Divisão de Saúde Ambiental) divulgou um conjunto de recomendações que terão como objectivo a prevenção dos riscos associados a elevadas temperaturas ambiente, sobretudo para os grupos mais vulneráveis.

Nós associamo-nos à acção em curso e alertamos (com a colaboração de JG): - Cuidado com o fogo!

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Ilustração: Desenho recolhido em
http://www.rio.rj.gov.br/defesacivil/onda_de_calor.htm .

2006-08-08

Switch’ em off

Em tempo de calor, de muito calor, tempo de que muita gente se serve como pretexto para gozar férias, decidimos propor aos leitores do JSA alguns livros, uma ou outra alternativa para as férias e desafiá-los para participarem em alguns jogos.

Comecemos pelos jogos.

Uma proposta da WWF, inserida na campanha (em espanhol) “Cambia de energia!”: “
Switch’ em off ”.

As centrais eléctricas contaminam a atmosfera e provocam as alterações climáticas e o aquecimento mundial”. Desligá-las “o mais rapidamente possível para salvar o planeta” é o desafio.

Experimentem…

2005-08-19

Onda de calor


As ondas de calor têm repercussões negativas tanto humanas como económicas. Afectam sobretudo os idosos, as crianças, as pessoas com doenças crónicas (bronquite crónica, diabetes, cardiopatias) e as que trabalham no exterior. Sendo quem mais se expõe ao risco de desidratação, devem tomar precauções específicas.

Perante uma onda de calor, para se evitarem problemas de saúde devem adoptar-se
medidas de prevenção.

No site consumer.es eroski, que consta da rubrica de Defesa do Consumidor na coluna de Links, recolhemos uma excelente
infografia que facultamos aos leitores do JSA.

2005-08-04

Preservar a água – Participe activamente


Pela televisão, durante os noticiários, todos nós ouvimos e vemos o óbvio. A onda de calor prossegue, como se fosse um tsunami térmico, e afecta gravemente a saúde das populações.

Uma das consequências imediatas consiste no prolongamento do estado de seca e na falta de água que, em algumas regiões, já compromete o abastecimento publico.

É preciso evitar as perdas, reduzir os consumos, preservar e proteger a água.

Com a colaboração da página
agua-dulce.org, da Fundación Ecología y Desarrollo, nós decidimos proporcionar aos leitores do JSA dois programas de cálculo, um de perdas e outro de consumo de água.

Propomos que verifiquem como podem reduzir o consumo e prevenir as perdas. E colaborar activamente na preservação da água.

A colaboração de todos é indispensável!

2005-06-16

Sob uma onda de calor...


As alterações climáticas a que assistimos, talvez se devam à poluição atmosférica. Confessamos a nossa ignorância: em concreto, nós não sabemos a causa. Haverá decerto múltiplas causas. O que sabemos é que muito provavelmente nós ainda só estamos na fase inicial de todo o processo. Não tarda e nós, aqui em Portugal, não teremos água. Para satisfazer as nossas necessidades, individuais e comunitárias. E sem água...

Mantendo-nos na perspectiva de ignorantes, consideramos que o problema do abastecimento de água, indispensável para a sobrevivência da espécie humana, exige que, a par das medidas que se adoptaram para se evitar o desperdício e se reduzir o consumo (medidas que deverão ser progressivamente cada vez mais rigorosas), se intensifique a pesquisa de outras soluções. A dessalinização da água do mar, por exemplo, é uma solução – aliás, preconizada pelo UNEP para a região de Almeria, no sul de Espanha.

Parece-nos básico que atingimos um ponto em que, por diferentes razões (económicas, políticas, sociais), nós não dominamos as alterações climáticas. Definitivamente, não será um ponto sem retorno. Todavia, as medidas que se adoptaram para diminuir as emissões gasosas para a atmosfera, tendentes a reduzir o efeito de estufa e a destruição da camada de ozono, são obviamente insignificantes.

Resta-nos tomar consciência dos problemas ambientais, de que só temos uma terra (“que nos foi emprestada pelos nossos filhos”, como afirmou Petra Kleine) e de procurar alternativas. Para sobrevivermos. Antes de todos nós sermos biocibs. Só aparentemente humanos...